sábado, 14 de janeiro de 2012

Liberalidade:



Poder de Deus, Ousadia e Oportunidade.

A liberalidade é uma prática que exige fé, esta que é antes de qualquer coisa “a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos”.
Hebreus 11:01ª
Tendo por princípio básico o elemento que transformou homens simples; alguns camponeses, outros pastores de ovelhas em célebres nomes que eternizam a memória da promessa de Deus sobre a vida destes e o cumprimento da palavra de Deus, que não falha, destacam-se como aprendizado 3 pontos de vista que discernem a liberalidade:

1 – Poder de Deus – I Coríntios 01:18
2 – Ousadia – I Reis 18: 16 – 40
3 – Oportunidade – Josué – 01:09 – 06:20 – 25

1.1 – Poder de Deus:

“A mensagem de Deus é loucura para os que estão perecendo, mas para nós que estamos sendo salvos, é o poder de Deus”.

Muitos entendem ser liberal diante da realidade do Reino de Deus loucura. Assistindo certo programa na tv ouvi do apresentador claras e explícitas palavras que definiam o dízimo como roubo. Pois bem, verdade nada mais que a verdade, nós sabemos de onde viemos e de quem somos, assim se Deus nos pede algo que simboliza valor, status para nós é primazia entregá-lo, pois se Ele é o dono da sua vida você e todos os seus bens pertencem a Ele, inclusive sentimentos e vontades [desejos].

2.1 – Ousadia:

“Ao meio-dia Elias começou a zombar deles. Gritem mais alto!”, dizia, "já que ele é um deus. Quem sabe está meditando, ou ocupado, ou viajando. Talvez esteja dormindo e precise ser despertado".

Note: O profeta era um homem ousado. Zombou do Deus dos profetas falsos [estes que profetizavam em nome de Baal]. O nome Baal que tem por significado Senhor, o que significa também um insulto direto ao Deus IAWE. Para dar prova de que o poder de seu Deus não era [e não é] pouco, Elias gasta, investe preparando a oferta para ser entregue ao Senhor [vers. 30 – 39]. Não basta apenas ofertar, reconhecer, é preciso ser liberal. Deus responde com fogo a quem se apresenta a Ele com oferta sincera.

"O rei Davi, porém, respondeu a Araúna: "Não! Faço questão de pagar o preço justo. Não darei ao Senhor aquilo que pertence a você, nem oferecerei um holocausto que não me custe nada".

I Crônicas 21:24

3.1 – Oportunidade:

“Seja forte e corajoso! Não se apavore, nem se desanime, pois o Senhor, o seu Deus, estará com você por onde você andar.
Gritou, pois, o povo, e os sacerdotes tocaram as trombetas; ouvindo o povo o sonido da trombeta, deu um grande brado, e o muro caiu rente com o chão, e o povo subiu à cidade, cada qual para o lugar que lhe ficava defronte, e tomaram a cidade“.

Se o povo de Israel tivesse pestanejado frente à ordem dada por Deus depois de um longo ritual que exigiu grande exercício e disciplina e não se impusesse diante da muralha ela não cairia. Deus tem muito mais para dar, a força e a vitalidade do homem estão nesse mesmo Deus. Podemos esperar ver acontecer o milagre e o tempo de Deus diz:

“Lancem a foice, pois a colheita está madura”.

Joel 03:13ª

É tempo de construir a vitória de maneira ousada, nas oportunidades dadas pelo Senhor certo de todo poder de Deus.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Jesus: O “macarrão” da vida


Jesus Cristo é apresentado através da Bíblia Sagrada por várias vezes como não apenas o Salvador ou Redentor, Príncipe entre outros atributos, mas como também por ser a “água” ou o “pão” da vida.
Considerando que o povo que conheceu Jesus homem na terra viveu em meio a um inóspito ambiente onde os alimentos básicos quase que se resumiam a pão e água (... é claro, havia o vinho, o azeite também...) nada melhor que compará-lo a esses bens essenciais ao equilíbrio do corpo humano.
Arrisco-me então a parafrasear certo artigo que li com incertas assertivas científicas que me permitam comparar Jesus Cristo a tal (me perdoem os magistrados!).
Antes de qualquer coisa não nego a influência de um fato ocorrido no campo missionário onde um evangelista conquistou toda uma tribo aos lhes ensinar ser Jesus Cristo a “batata” da vida (..batata era a base da alimentação dessa tribo, por isso tal elucidação).
Dizem ser o macarrão o alimento que traz a felicidade. Como assim?! O macarrão é um alimento rico em carboidratos, sendo assim durante a digestão onde ocorre a quebra das enzimas é liberado através desse alimento uma substância chamada serotonina, que é capaz de enviar estímulos ao cérebro, fazendo-o considerar-se satisfeito, o que acarreta ao longo do todo o corpo uma sensação de prazer, o que seria compreendido por essa tal felicidade.
Recordo-me então de quando o povo de Israel foi conclamado a festejar em Neemias 08: 09b e 10:
“– Esse dia é sagrado para o Senhor, nosso Deus, e por isso vocês não devem se lamentar nem chorar. Vão agora para casa e façam uma festa. Repartam sua comida e o seu vinho com quem não tiver nada preparado. Este dia é sagrado para o nosso Deus; portanto, não fiquem tristes. A alegria que o Senhor dá fará com que vocês fiquem fortes”.
Impossível passar desapercebido o conjunto de festejos que se realiza nos últimos 08 dias do calendário ocidental (período de 24 a 31 de Dezembro) gera reflexão automática até aqueles que como eu não supervalorizam o conceito mercadológico implantado na mente de muitos incircuncisos.
Se para muitos a real importância dos festejos de Natal (principalmente natal, pois se diz ser o nascimento de Cristo) se resume a uma reunião familiar regada a muitos alimentos das mais variadas origens, encontra-se aí um grande problema.
Como foi explicado ao povo, que chorava após reconhecer seus erros diante da leitura da lei, em Neemias, cabe uma explicação ao conceito defasado que é disseminado hoje na sociedade.
Se 25 de Dezembro é o aniversário de Cristo (imagino que não...) seu reconhecimento tem ficado meio de lado perdendo espaço para o Bom Velhinho e grande Peru de Natal.
Do mesmo modo como foi com o povo de Israel é também a nós dado o dever de reconhecer e o direito de comemorar não o dia 25, mas a dádiva de Deus aos homens, Jesus Cristo
Esse então sim conhecido e reconhecido por Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz (Isaías 09:06) é o único capaz de produzir estímulos suficientes para que seu coração esteja aberto, seus olhos enxerguem, sua boca o glorifique e que todo seu corpo seja cheio da mais completa alegria.
Sendo Jesus o motivo principal todos os dias de um ano novo serão cheios de ocasiões para se comemorar e festejar, ainda que nem tudo vá tão bem.
O equilíbrio perfeito realizado entre o homem, Deus e aquilo que nos cerca compreenderia a satisfação plena n’Ele em Jesus, o amor ao próximo e um bem estar onde prevaleça o predomínio do Deus Criador. Ah, em todo caso inclua também em suas ceias de Natal e Ano Novo e em toda aquela dieta que você já planejou bastante macarrão e experimente ver sua vida mudar!