
Jesus Cristo é apresentado através da Bíblia Sagrada por várias vezes como não apenas o Salvador ou Redentor, Príncipe entre outros atributos, mas como também por ser a “água” ou o “pão” da vida.
Considerando que o povo que conheceu Jesus homem na terra viveu em meio a um inóspito ambiente onde os alimentos básicos quase que se resumiam a pão e água (... é claro, havia o vinho, o azeite também...) nada melhor que compará-lo a esses bens essenciais ao equilíbrio do corpo humano.
Arrisco-me então a parafrasear certo artigo que li com incertas assertivas científicas que me permitam comparar Jesus Cristo a tal (me perdoem os magistrados!).
Antes de qualquer coisa não nego a influência de um fato ocorrido no campo missionário onde um evangelista conquistou toda uma tribo aos lhes ensinar ser Jesus Cristo a “batata” da vida (..batata era a base da alimentação dessa tribo, por isso tal elucidação).
Dizem ser o macarrão o alimento que traz a felicidade. Como assim?! O macarrão é um alimento rico em carboidratos, sendo assim durante a digestão onde ocorre a quebra das enzimas é liberado através desse alimento uma substância chamada serotonina, que é capaz de enviar estímulos ao cérebro, fazendo-o considerar-se satisfeito, o que acarreta ao longo do todo o corpo uma sensação de prazer, o que seria compreendido por essa tal felicidade.
Recordo-me então de quando o povo de Israel foi conclamado a festejar em Neemias 08: 09b e 10:
“– Esse dia é sagrado para o Senhor, nosso Deus, e por isso vocês não devem se lamentar nem chorar. Vão agora para casa e façam uma festa. Repartam sua comida e o seu vinho com quem não tiver nada preparado. Este dia é sagrado para o nosso Deus; portanto, não fiquem tristes. A alegria que o Senhor dá fará com que vocês fiquem fortes”.
Impossível passar desapercebido o conjunto de festejos que se realiza nos últimos 08 dias do calendário ocidental (período de 24 a 31 de Dezembro) gera reflexão automática até aqueles que como eu não supervalorizam o conceito mercadológico implantado na mente de muitos incircuncisos.
Se para muitos a real importância dos festejos de Natal (principalmente natal, pois se diz ser o nascimento de Cristo) se resume a uma reunião familiar regada a muitos alimentos das mais variadas origens, encontra-se aí um grande problema.
Como foi explicado ao povo, que chorava após reconhecer seus erros diante da leitura da lei, em Neemias, cabe uma explicação ao conceito defasado que é disseminado hoje na sociedade.
Se 25 de Dezembro é o aniversário de Cristo (imagino que não...) seu reconhecimento tem ficado meio de lado perdendo espaço para o Bom Velhinho e grande Peru de Natal.
Do mesmo modo como foi com o povo de Israel é também a nós dado o dever de reconhecer e o direito de comemorar não o dia 25, mas a dádiva de Deus aos homens, Jesus Cristo
Esse então sim conhecido e reconhecido por Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz (Isaías 09:06) é o único capaz de produzir estímulos suficientes para que seu coração esteja aberto, seus olhos enxerguem, sua boca o glorifique e que todo seu corpo seja cheio da mais completa alegria.
Sendo Jesus o motivo principal todos os dias de um ano novo serão cheios de ocasiões para se comemorar e festejar, ainda que nem tudo vá tão bem.
O equilíbrio perfeito realizado entre o homem, Deus e aquilo que nos cerca compreenderia a satisfação plena n’Ele em Jesus, o amor ao próximo e um bem estar onde prevaleça o predomínio do Deus Criador. Ah, em todo caso inclua também em suas ceias de Natal e Ano Novo e em toda aquela dieta que você já planejou bastante macarrão e experimente ver sua vida mudar!
Considerando que o povo que conheceu Jesus homem na terra viveu em meio a um inóspito ambiente onde os alimentos básicos quase que se resumiam a pão e água (... é claro, havia o vinho, o azeite também...) nada melhor que compará-lo a esses bens essenciais ao equilíbrio do corpo humano.
Arrisco-me então a parafrasear certo artigo que li com incertas assertivas científicas que me permitam comparar Jesus Cristo a tal (me perdoem os magistrados!).
Antes de qualquer coisa não nego a influência de um fato ocorrido no campo missionário onde um evangelista conquistou toda uma tribo aos lhes ensinar ser Jesus Cristo a “batata” da vida (..batata era a base da alimentação dessa tribo, por isso tal elucidação).
Dizem ser o macarrão o alimento que traz a felicidade. Como assim?! O macarrão é um alimento rico em carboidratos, sendo assim durante a digestão onde ocorre a quebra das enzimas é liberado através desse alimento uma substância chamada serotonina, que é capaz de enviar estímulos ao cérebro, fazendo-o considerar-se satisfeito, o que acarreta ao longo do todo o corpo uma sensação de prazer, o que seria compreendido por essa tal felicidade.
Recordo-me então de quando o povo de Israel foi conclamado a festejar em Neemias 08: 09b e 10:
“– Esse dia é sagrado para o Senhor, nosso Deus, e por isso vocês não devem se lamentar nem chorar. Vão agora para casa e façam uma festa. Repartam sua comida e o seu vinho com quem não tiver nada preparado. Este dia é sagrado para o nosso Deus; portanto, não fiquem tristes. A alegria que o Senhor dá fará com que vocês fiquem fortes”.
Impossível passar desapercebido o conjunto de festejos que se realiza nos últimos 08 dias do calendário ocidental (período de 24 a 31 de Dezembro) gera reflexão automática até aqueles que como eu não supervalorizam o conceito mercadológico implantado na mente de muitos incircuncisos.
Se para muitos a real importância dos festejos de Natal (principalmente natal, pois se diz ser o nascimento de Cristo) se resume a uma reunião familiar regada a muitos alimentos das mais variadas origens, encontra-se aí um grande problema.
Como foi explicado ao povo, que chorava após reconhecer seus erros diante da leitura da lei, em Neemias, cabe uma explicação ao conceito defasado que é disseminado hoje na sociedade.
Se 25 de Dezembro é o aniversário de Cristo (imagino que não...) seu reconhecimento tem ficado meio de lado perdendo espaço para o Bom Velhinho e grande Peru de Natal.
Do mesmo modo como foi com o povo de Israel é também a nós dado o dever de reconhecer e o direito de comemorar não o dia 25, mas a dádiva de Deus aos homens, Jesus Cristo
Esse então sim conhecido e reconhecido por Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade e Príncipe da Paz (Isaías 09:06) é o único capaz de produzir estímulos suficientes para que seu coração esteja aberto, seus olhos enxerguem, sua boca o glorifique e que todo seu corpo seja cheio da mais completa alegria.
Sendo Jesus o motivo principal todos os dias de um ano novo serão cheios de ocasiões para se comemorar e festejar, ainda que nem tudo vá tão bem.
O equilíbrio perfeito realizado entre o homem, Deus e aquilo que nos cerca compreenderia a satisfação plena n’Ele em Jesus, o amor ao próximo e um bem estar onde prevaleça o predomínio do Deus Criador. Ah, em todo caso inclua também em suas ceias de Natal e Ano Novo e em toda aquela dieta que você já planejou bastante macarrão e experimente ver sua vida mudar!
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